Comitê de Cultura do DF participa do Encontro Nacional de Agentes Populares com programação cultural e oficinas gratuitas

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Entre os dias 4 e 7 de junho, o Comitê de Cultura do Distrito Federal integra a programação do I Encontro Nacional de Agentes Populares, na Granja do Torto, no Distrito Federal, levando uma série de atividades culturais voltadas para públicos de diferentes idades. A participação do Comitê reforça o papel da cultura como ferramenta de mobilização social, formação cidadã e fortalecimento dos territórios populares.

A programação promovida pelo Comitê começa no dia 4 de junho, com apresentação da DJ Paula Torelly. Nos dias seguintes, o público poderá participar de oficinas de musicalização e contação de histórias para crianças, desenho criativo e escrita criativa, além de assistir ao espetáculo teatral A Cesta, da Cia Barril, e ao espetáculo circense Pequeno Circo Delírio, do grupo Delírio Circense.

As atividades culturais integram a programação oficial do encontro e buscam ampliar os espaços de convivência, expressão artística e troca de experiências entre participantes de todo o país.

Encontro reúne mais de mil agentes populares de 22 estados

O I Encontro Nacional de Agentes Populares é organizado pelo Movimento Brasil Popular. O evento reunirá mais de mil agentes populares de 22 estados brasileiros para discutir os desafios da organização comunitária, o acesso a direitos e os caminhos para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às periferias urbanas.

A programação inclui mesas de debate, grupos de trabalho, oficinas formativas, atividades culturais, além da Feira de Economia Popular e Solidária, que reunirá cerca de 20 expositores de coletivos, associações e empreendimentos populares. Também será realizada a Mostra de Direitos, espaço destinado ao diálogo entre a população e representantes de ministérios do Governo Federal sobre programas e políticas públicas.

A iniciativa marca a etapa nacional de um processo de mobilização que passou por encontros regionais em Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE), consolidando uma rede de agentes populares que atuam em áreas como saúde, alimentação, cultura, educação e organização comunitária.

Criada a partir das experiências de solidariedade surgidas durante a pandemia de Covid-19, a política de Agentes Populares se tornou uma referência nacional de mobilização social, articulando ações de cuidado coletivo, combate à fome e fortalecimento da participação popular nos territórios.

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